<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>REVERBERAÇÕES &#187; MOSTRA DE VIDEOS</title>
	<atom:link href="http://blog.reverberacoes.com.br/category/2006/mostra-de-videos/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://blog.reverberacoes.com.br</link>
	<description>Festival de Cultura Colaborativa, com foco em arte, ativismo e processos coletivos de trabalho e criação</description>
	<lastBuildDate>Wed, 07 Jul 2010 13:02:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.0.1</generator>
		<item>
		<title>Circuitos em Vídeo</title>
		<link>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/circuitos-em-video/</link>
		<comments>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/circuitos-em-video/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 16:02:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reverberar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Circuitos em Vídeo]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reverberar.wordpress.com/?p=110</guid>
		<description><![CDATA[Curadoria: Goto Newtown.  Realização: epa! no Reverberações, em São Paulo-SP, 02/11/2006. no Ritmos da Urgência, em Londrina-PR, 20/11/2006.   A Revolução Não Será Televisionada: Liberte-se, São Paulo, 2004   A mostra circuitos em vídeo (1) agrega registros de ações de importantes circuitos artísticos autodependentes, convergindo para uma reflexão e visibilidade sobre o recente e intenso [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Curadoria: Goto Newtown.  </span></strong></span><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Realização: epa!<br />
no Reverberações, em São Paulo-SP, 02/11/2006.<br />
no Ritmos da Urgência, em Londrina-PR, 20/11/2006. </span></strong></span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra11.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-117" title="mostra11" src="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra11.jpg" alt="" width="470" height="335" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A Revolução Não Será Televisionada: Liberte-se, São Paulo, 2004</span></p>
<p align="justify"> </p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A mostra circuitos em vídeo (1) agrega registros de ações de importantes circuitos artísticos autodependentes, convergindo para uma reflexão e visibilidade sobre o recente e intenso fenômeno cultural compreendido habitualmente como curadorias e programações independentes, espaços alternativos, coletivos de artistas, intervenções urbanas, arte de ativismo cultural e propostas envolvendo participação criativa. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Ainda que o ideário dessas proposições tenha antecedentes que remontam às vanguardas históricas do século XX, a exemplo do Dadaísmo, ou mesmo ao experimentalismo mais radical empreendido a partir dos anos 60, como o Grupo Fluxus, é fato que, dentro do sistema das artes, a partir de meados dos anos 90, iniciou-se uma retomada de interlocução da arte com a sociedade num processo mais direto (discurso e prática), conduzido por artistas mesmo, diálogo esse menos exclusivamente mediado por parâmetros institucionais. O acontecimento é perceptível mundialmente, com muitas e distintas ramificações também na América Latina e Brasil. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A circuitos em vídeo insere-se nesse ambiente relacional e considera a si mesmo como um gesto de afirmação da heterogeneidade, resistência cultural e postura crítica (2). A programação exibe produções de arte contemporânea, em sua maioria de origem brasileira e derivada das artes visuais.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">O termo autodependente é inspirado na fala do cineasta Werner Herzog, que o utiliza para reconceituar a expressão cinema independente, considerada por ele como inapropriada (3). Isto porque o processo de produção artística em questão é também um produto interdependente de diversos agentes produtivos e mecanismos econômicos. Sendo assim, ele não é independente, como se não dependesse de nada. O diferencial da produção autodependente reside, pois, no fato dela ser um trabalho cuja realização vincula-se primordialmente à autonomia de seu próprio propositor, inclusive na articulação e gestão de parcerias. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Esse conceito serve também para outras áreas da produção artística e evidencia a questão da autogestão cultural, a capacidade de grupos de artistas estabelecerem suas próprias redes de diálogo e trocas culturais com a comunidade, incluindo aí alternativas de mecanismos para sua sustentabilidade econômica. A importância maior dessa autonomia afirma-se no desvencilhamento de parâmetros ditados pelo mercado global e Estado, na perspectiva de proposição de heterogeneidades culturais e na possibilidade de manifestação de conteúdos críticos mais radicais.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A circuitos em vídeo é dedicada ao visionário artista Bruno Lechowski, um dos precursores dos circuitos artísticos autogeridos no Brasil através de seu Cineton, uma tenda para exposições, desmontável e nômade. Com ela o artista viajou pela Europa em 1925, e veio ao Brasil, em 1926. O artista teve passagens por Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, onde passou a morar, até sua morte, tendo importante atuação na cena local (4). </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Atualmente o acervo da coleção constitui-se de mais de 80 filmes de 37 circuitos, com trabalhos de mais de 170 artistas. A mostra está composta por 11 programas, com duração total de 16h45min: MÍDIAS TÁTICAS; LUGAR; CORPO; BASE COMUNITÁRIA; RICARDO BASBAUM &amp; NBP; MAURÍCIO DIAS E WALTER RIEDWEG; ARQUIVO BRUSCKY; TORREÃO; CORPOS INFORMÁTICOS; CEIA – CENTRO DE EXPERIMENTAÇÃO E INFORMAÇÃO DE ARTE: MIP – MANIFESTAÇÃO INTERNACIONAL DA PERFORMANCE; COMUNIDADE ATIVISMO E A CENA DOWNTOWN – UM DOCUMENTÁRIO INDEPENDENTE SOBRE A CENA EXPERIMENTAL DE NOVA YORK. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Entre artistas e circuitos, dela participam: Ronald Duarte (RJ); Alexandre Volgler (RJ); Grupo Rradial (RJ); Luís Andrade (RJ); Cuquinha (PE); Atrocidades Maravilhosas (RJ); InterluxArteLivre (PR); PhP (RJ); noninoninono (PE); Super Loja Show (RJ); A Revolução Não Será Televisionada (SP); Laranjas (RS); Rosana Ricalde e Felipe Barbosa (RJ); Grupo Urucum (AP); Goto (PR); Fundação do Museu do Poste (PR); Laura Miranda e Denise Bandeira (PR); Rubens Mano (SP); Giordani Maia (RJ); spmb (Eduardo Aquino e Karen Shanski &#8211; Brasil/Canadá); Grupo Entorno (DF); Ducha (RJ); Ricardo Basbaum (RJ); Acervo Casa Hoffmann (PR); Cristiane Bouger (PR); Grupo EmpreZa (GO); Rés do Chão (RJ); Marssares (RJ); Cabelo e Jarbas Lopes / Dado Amaral e Beto Valente (RJ); Wagner Malta Tavares (SP); Arte de Portas Abertas (RJ); Revelando olhares dos moradores da Ilha do Mel (PR); Martha Niklaus (RJ); Maurício Dias e Walter Riedweg / Fabiana Werneck e Marco Del Fiol / Videobrasil (Brasil/Suíça); Arquivo Bruscky (PE); Torreão (RS); GPCI – Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos (DF); CEIA – Centro de Experimentação e Informação de Arte (MG).</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra2.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-119" title="mostra2" src="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra2.jpg" alt="" width="470" height="335" /></a></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Super Loja Show, Rio de Janeiro, 2004</span></p>
<p> </p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A circuitos em vídeo principiou como uma atividade de pesquisa e curadoria sobre a produção contemporânea em vídeo associada à autogestão em circuitos artísticos, focando trabalhos que pudessem traduzir o ideário e a prática de algumas dessas iniciativas. Mais do que unicamente registros, fato é que os próprios vídeos, além de complemento das obras ou das proposições, são também eles mesmos obras de arte, vídeo experimental. Isso é percebido através das diferentes singularidades de linguagem usadas na lida com o registro videográfico, desde a estratégia de filmagem empregada e subseqüente edição, até o uso de recursos textuais, sonoros ou visuais específicos sobre esse material. Em alguns casos até, o vídeo é, desde o início, a obra e o circuito, a exemplo dos trabalhos focados numa metacrítica à mídia televisiva.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Da primeira edição da mostra às circulações subseqüentes ela também tem sido espaço para a estréia de trabalhos, fato que agrega valor cultural à proposta inicial e adensa diversidade ao repertório curatorial. 11 títulos foram lançados na própria mostra circuitos em vídeo, tendo sua estréia e primeira exibição pública: Ação comum, de Rubens Mano; /aquilá/, do spmb (Eduardo Aquino e Karen Shanski); workshop com Willi Dorner, do acervo da Casa Hoffmann; Infração, de Marssares; Pipeiros dos Prazeres, de Goto; Fundação do Museu do Poste, de Octávio Camargo e outra coisa; Dia do Nada – 2005, Contorno, Almoço na Relva, Outros 500 e Desde, de Rubens Pileggi em parceria com outros artistas. A circuitos também estreou a coletânea com 14 vídeos do GPCI – Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos, de Brasília, compilação essa abrangendo 13 anos de produção de um dos pioneiros grupos de investigação da arte tecnológica no Brasil. Além disso, nela também ocorreu a primeira exibição no Brasil de Sensuality in (and) América, de Cristiane Bouger. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A circuitos no Reverberações é a 6ª edição da mostra, a qual estreou em Curitiba, em maio de 2005, no ACT; e circulou por Londrina, em outubro/2005 (numa parceria com a Secretaria de Estado da Cultura do Paraná e Casa de Cultura da UEL); Rio de Janeiro, novembro/2005 (no Instituto de Artes da UERJ, dentro do projeto Ciclo de Vídeo-Arte – I Jornada de pensamentos sobre arte em vídeo do IART/UERJ); Maceió, dezembro/2005 (dentro da programação da 2ª edição do projeto Rede Nacional de Artes Visuais – FUNARTE, em parceria com a Secretaria Executiva de Cultura de Alagoas); Antonina-PR, julho/2006 (dentro da programação da 3ª edição do projeto Rede Nacional de Artes Visuais – FUNARTE, em parceria com o 16º Festival de Inverno da UFPR).</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">O material selecionado para a mostra é derivado de contatos e participação que empreendo com artistas desses circuitos há 6 anos, fruto também de afinidade artística, “ideológica” e, complementarmente, de pesquisa desenvolvida desde 2001 sobre circuitos artísticos autodependentes. O tema ainda convergiu para a dissertação de mestrado em Linguagens Visuais na EBA-UFRJ, intitulada Remix corpobras, defendida em 2004. A pesquisa e produção da mostra é fruto da epa! – expansão pública do artista, organismo artístico que gerencio.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">A seleção e conversão de diversas mídias de vídeo para o formato digital, a partir do material enviado pelos artistas, e a subseqüente compilação dos programas; a publicação do informativo OBS: (o jornal da mostra circuitos em vídeo); e o encontro de coletivos de artistas em telepresença no Em carne &amp; net – território online (conectando 6 circuitos artísticos de Curitiba com o spmb &#8211; Brasil/Canadá); enfim, todo o primeiro e fundamental trabalho de produção e realização da mostra não contou com nenhum apoio de instituições culturais tradicionais, apesar das tentativas de interlocução. A realização só foi viável com o apoio de diversos agentes independentes, os quais colaboraram com serviços, cessão de equipamentos e investimento econômico. Isso sem contar com a generosidade de todos, também dos artistas participantes, os quais enviaram seus materiais pelo correio, inclusive originais, e embarcaram no ideário da proposta. Desta forma, a circuitos em vídeo foi também gerada no melhor e clássico processo colaborativo, no agenciamento de uma rede de apoiadores “independentes”: epa!, ACT / ciclomultiárea, Adriana Alegria Designer Gráfico, Academia Internacional de Cinema de Curitiba, Robert Amorim, FAS, Rede Esperança, Café Mafalda, Restaurante Dom Max, James bar, Livrarias Curitiba, Diamante Transportes, Nena Inoue, Ieda Godoy, Ivan Vitali e Paulo Feitosa. As circulações posteriores da mostra são também derivadas de articulações autodependentes, desta feita, quase todas contando com importantes apoios institucionais.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><a href="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra4.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-122" title="mostra4" src="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra4.jpg" alt="" width="453" height="700" /></a></strong></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Torreão: intervenção de Tula Anagnostopoulos &#8211; Small Size. Porto Alegre, 1998. </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong></strong></span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>OBS: SOBRE VÍDEO EXPERIMENTAL E CIRCUITOS ARTÍSTICOS</strong><br />
São passados mais de 45 anos desde quando os “artistas manifestaram interesse pela tecnologia da TV enquanto recurso de produção de arte” (Walter Zanini). Vêm daí os primeiros experimentalismos com essa mídia realizados por Nam June PaiK e Wolf Vostel. E a partir de 65 o próprio Paink tornou-se um dos “primeiros clientes de um recém lançado equipamento portátil de vídeo&#8230;.” (Walter Zanini). No Brasil a prática experimental dessa linguagem artística já tem mais de 30 anos, considerando como marco dessa trajetória o vídeo M 3X3, de 1973, da coreógrafa Analívia Cordeiro (Arlindo Machado). “Toda a primeira geração brasileira de criadores de vídeo era constituída de nomes em geral já consagrados no universo das artes plásticas ou em processo de consagração, como foram os casos de Antônio Dias, Anna Bella Geiger, José Roberto Aguilar, Ivens Machado, Letícia Parente, Sônia Andrade, Regina Silveira, Júlio Plaza, Paulo Herkenhoff, Regina Vater, Fernando Cocchiarale, Mary Dritschel, Ângelo de Aquino, Miriam Danowski, Paulo Bruscky e tantos outros” (Arlindo Machado).<br />
Segundo o próprio Arlindo, a partir dessa geração de pioneiros, seguiram-se outras, a do vídeo independente, nos anos 80, do vídeo de criação, nos 90&#8230; Importantes reflexões foram organizadas sobre essas produções em mostras e/ou textos organizados por Walter Zanini (“Vídeo-arte: uma poética aberta”); Arlindo Machado (“A arte do vídeo no Brasil”, “Made in Brasil &#8211; Três Décadas do vídeo brasileiro”); Paula Terra e Glória Ferreira (“Situações: arte brasileira anos 70”); Glória Ferreira e Ligia Canongia (“ArteCinema”), Cristina Freire (“Arte conceitual e conceitualismos – anos 70 no acervo do MAC-USP”), entre outras iniciativas, como os festivais de vídeo, a exemplo do Videobrasil, e uma nova leva de mostras de filmes “independentes”, etc. Uma história e um presente em desdobramento&#8230; Dentro do amplo manancial de possibilidades poéticas existente na contemporaneidade, a circuitos em vídeo centra-se anteriormente, como já dito, num conceito de circuito artístico, a partir do qual o experimentalismo em vídeo é conseqüência, complemento, registro criativo. O vídeo como ferramenta sobre outro gesto: a intervenção urbana, o coletivo de artistas, as propostas de participação criativa, a autogestão cultural em arte. Isso tem a ver com os readymades de Duchamp; com os dada (mais especialmente ainda com a verve política dos dadaístas de Berlim); com o Cineton, de Lechowski; com o Grupo Fluxus (talvez o FluxFilm Anthology, organizado por George Maciunas, seja um dos antecedentes mais aproximados ao ideário da mostra circuitos em vídeo, ainda que esta seja basicamente o resultado de uma curadoria sobre obras já realizadas, enquanto o filme de Maciunas é uma proposta de participação criativa, um filme que se constitui na compilação de trechos produzidos por diferentes artistas e feitos especialmente para o projeto). Tem a ver com os happenings de Allan Kaprow; com as inserções em circuitos ideológicos, de Cildo Meireles; com as trocas culturais propostas por Paulo Bruscky e seu ARQUIVO BRUSCKY. Tem a ver com as idéias sobre política heterogênea de Alain Badiou, biopolítica produtiva de Toni Negri, micropolítica do afeto de Vera Silvia Magalhães&#8230; São circuitos heterogêneos em vídeo.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Goto, 27/10/2006.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><br />
<strong>NOTAS</strong><br />
<span style="font-size: xx-small;">(1) Este texto é derivado da apresentação da mostra circuitos em vídeo publicada no jornal OBS:, Curitiba: epa!, 2005.<br />
(2) Uma introdução mais aprofundada ao assunto dos circuitos artísticos e da autogestão cultural nas artes visuais pode ser encontrada no texto sentidos (e circuitos) políticos da arte, também de minha autoria, publicado nos sites do coro (http://www.corocoletivo.org.br ) e do Rizoma (http://www.rizoma.net/interna.php?id=250&amp;secao=artefato ) e também no primeiro número da revista Primeira Pessoa, editada em João pessoa. O material em breve também estará disponível em inglês na publicação do projeto Surface Tension (EUA).<br />
(3) In: CAMARGO, Paulo, BRANDÃO, Carlos Augusto. Coração selvagem. Matéria e entrevista com Werner Herzog abordando seu recém-lançado filme Grizzly Man. Curitiba: Caderno G do Jornal Gazeta do Povo. 31 de janeiro de 2005.<br />
(4) Importante pesquisa sobre a obra de Lechowski pode ser acessada In: VIANNA BAPTISTA, Christine. Bruno Lechowski, a arte como missão. Curitiba: Museu de Arte do Paraná, 1991.</span></span></p>
<p style="text-align:center;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><a href="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra3.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-120" title="mostra3" src="http://blog.reverberacoes.com.br/wp-content/uploads/2008/10/mostra3.jpg" alt="" width="300" height="412" /></a>Ricardo Basbaum: ME &amp; YOU. Caerdeon (País de Gales) e Liverpool (Inglaterra), 1999.<br />
<strong></strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong></strong></span></p>
<p style="text-align:left;"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>PROGRAMAÇÃO<br />
circuitos em vídeo em São Paulo e Londrina,<br />
nos projetos Reverberações e Ritmos da Urgência. (total: aprox. 8h)</strong></span></p>
<p><strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">- Alexandre Vogler</span></strong><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"> (RJ) – Olho grande (2003, 4’ 17”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">- <strong>Super Loja Show</strong> (RJ) – (2004, 18’ 55”) – Obras: Alexandre Vogler, Arjan Martins, Alexandre Przewodovizky, Adriano Melhem, Cláudio Pedro, Ed. Galaxi, Fernando de la Roque, Geraldo Marcolini, Guga Ferraz, Luis Andrade, Marco Rafael, Ronald Duarte, Rosivelt Pinheiro, Romano. A apresentação é de Lui Parente e Aurora Lázaro.</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- A Revolução Não Será Televisionada</strong> (SP) – Liberte-se (2004, 21’ 41”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- InterluxArteLivre</strong> (PR) (8’)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Grupo Urucum</strong> (AP) – Desculpem o transtorno estamos em Obras (2002, 5’ 22”); Os Catadores<br />
de orvalho esperando a felicidade chegar (2002, 5’ 04”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Rubens Mano</strong> (SP) – Ação comum (2003, 12’ 09”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- spmb</strong> (Eduardo Aquino e Karen Shanski) (Brasil-Canadá) – /aquilá / (2005, 5’ 30”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Ronald Duarte</strong> (RJ) – Fogo Cruzado (2002, 4’ 38”)</span></p>
<div><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Luis Andrade</strong> (RJ) – Palíndromos (2001, 24`17&#8220;)<span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Acervo Casa Hoffmann</strong> (PR) – Workshop com Will Dorner (2005, 8’)</span></span></div>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Cristiane Bouger</strong> (PR) – Sensuality in (and) America (2004, 14’ 45”); Red and a hundred 40/Vermelho 140 (2003, 4’ 17”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Rubens Pillegi</strong> (PR) – Dia do Nada 2005 (2005, 6’ 50’’); Almoço na Relva (2003, 5’ 48’’); Contorno (2003, 7’ 52’’)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Wagner Malta Tavares</strong> (SP) – PARACILDO – para entortar com o corpo (7’ 10’’)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Ricardo Basbaum</strong> (RJ) – Um registro de constatação de arte no projeto NBP de Ricardo Basbaum (1994, 13’ 40”); E: anotações sobre contatos com: re-projetando + sistema-cinema + superpronome (2003, 22’ 35”)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Centro de Experimentação e Informação de Arte: Manifestação Internacional da Performance</strong> (MG) – (2003, 50’) – Workshop: Moniek Toebosch. Semana de Apresentações (artistas convidados): Wilson Avellar (As coisas tais quais elas são); Márcia X; Otobong Nikanga (Shif and wait); Renato Cohen (palestra); Yiftah Peled (Protection); Monali MeherI (Practising Nostalgia); Laura Lima (O passeador); Maria Angélica Melendi, Felipe Chaimovich, Marcos Hill, Moniek Toebosch (mesa-redonda); Monali Meher (Old Fashioned); Marta Neves (Não-idéia: dançamos sem música enquanto nada acontece); Graziela Kunsch (Preparando aula); Teresinha Soares (palestra); Marco Paulo Rolla (O Banquete); Gregg Smith (Notorius); Arahmaiani (Violence No More); Moniek Toebosch (palestra); Jill Magid (Kafka House); Paul Perry (palestra); Reza Afisina (Price). Espaço aberto: Ana Gastelois (Engrenagem); Cristina Ribas (Terreno baldio); Cinthia Marcelle (Na batalha de Maria); Fernando Ribeiro; Geraldo Loyola (Fura-Mundo); Grupo Gia (Projeto Caramujo); Grupo Tramóia (Behavior); Izabela Pucú (Genéricos); Paulo Nenflídio (Bicicleta Maracatu); Paola Rettore (Tomorrow); Wagner Rossi (Marias); Solange Pessoa (Desterros)</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Grupo de Pesquisa Corpos Informáticos</strong> (DF) – (1h05’’) – Rodoviária (1996, 17’); Lavapés (1998, 7’); Scanner (2005, 2’ 57’’); Ctrl C _ ctrl C I (2005, 7’); Ctrl C _ ctrl C II (2005, 7’); Sintagmas (2005, 7’); .cílios (2005, 7’); Estar (2006, 10’). </span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Arquivo Bruscky</strong> (PE) – (1h10’) – Registros ( 3’ 55’’); Olinda (2’ 17’’); Viagem (4’ 08’’); Paulo Bruscky, Bruxo (6’ 32’’); Refletcion (1982, 5’ 42’’); Composições no fio &#8211; Partituras Mutantes (3’ 04’’); Via Crucis (7’ 41’’); Poema (2’ 02’’); LMNUZX, Fogo! (1980, 0’ 12’’); Xeroperformance (1980, 0’ 41’’); Partituras Velozes (1982, 2’ 46’’); Estética do Camelô (1982, 5’ 51’’); Arte/Pare (1973, 3’ 09’’); Artexpocorponte (1973, 2’ 21’’); Poesia Viva (14/03/1977, dia nacional da poesia, 5’ 42’’); Arte Cemiterial e ProposiAções (1971, 4’ 13’’); Graffiti (1982, 3’ 24’’); Exercícios (Exposição) (1980, 5’ 38’’).</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Torreão</strong> (RS) (1h43’). Intervenções: Elida Tessler (Golpe de Asa, jun/jul/93); Dudi Maia Rosa (ago/set/93); Gaudêncio Fidelis (set/out/93); Elaine Tedesco (Passagem, jan/93); Marco Giannoti (mar/abril/1994); Téti Waldraff (Finitus ou invenção da paisagem por um instante, abr/maio/94); Kátia Prates (Espírito 7 &#8211; Escultura de fumaça, jun/jul/94); Karin Lambrecht (A torre e a cruz, set/94); Jailton Moreira (Venâncio Boogie-Woogie, out/nov/94); Hélio Fervenza (Secreções nº 2, mar/abril/95); Ângela Villar (Inferno, mai/jun/95); Gisela Waetge (Jun/jul/95); Marilice Corona (Paisagem monocular, set/out/95); Maria José do Santos (Torrear, out/nov/95); Marta Martins (nov/dez/95); Herbert Schein-Bender (Sobre arte ou coisas do gênero, mar/abr/96); Eliane Chiron (A cintura de Afrodite ou o despertar da noiva, maio/96); Teresa Poester (Mira-Rima, jun/jul/96); Mario Soro (Comida de cuervos, jul/ago/96); Fernando Lindote (Lambidas, ago/set/96); Giancarlo Lorenci (Virtudes da ausência, out/nov 96); Iolanda Gollo Mazzotti (Mai/jun/97); Mauro Fuke (jun/jul/97); Jorg Herold (Germany Sapata Sul, set/97); Jean Lancri (Atire D&#8217;Aile douze maniéres de donner de l&#8217;ei à une tour, set/97); Lia Menno Barreto (Kit afetivo, out/nov/97 ); Edith Derdyk (Rasuras, mar/abr/98); Daniel Acosta (Quem duvida do senso comum, mai/98); Tula Anagnostopoulos (Small size, jun/lul/98); Nazareno (Lugar da memória, jul/ago/98); Juracy Rosa (A neve, ago/set/98); Geraldo Orthof (Sobretudo transporte. Destino: Torreão, jan/mar/99); Maria Lúcia Cattani (Por volta do branco, mar/abr/99); Arthur Barrio (Experiência nº 16&#8230; ou&#8230;situação relacional (intemporal), mai/jun/99); Nick Rands (Esferas terrestres, jun/jul/99); Vera Chaves Barcellos (Os nadadores, ago/set/99); Jochem Dietrich (Torre dos relógios, out/99); Maria Helena Bernardes (Interferência, nov/dez/99); Jorge Menna Barreto (Groupe-em-fusion, abr/mai/00); Eduardo Frota (jun/jul/00); Patrício Farias (Para subir al cielo, jul/ago 00); Glaucis de Morais (Concreto, ago/set 00); Sofi Hèmon (Como proliferar a idéia original ao mesmo tempo que a reduzimos, set/out/00); Nury Gonzalez (Cuerpo hay ahí, out/nov/00); Mima Lunardi (Aurora &#8211; &#8230;desperta todas as coisas e vê sucederem-se as gerações, abr/01); Rolf Wicker (Rooms in residence, abr/01); Regina Silveira (Desaparência, jun/jul/01); Paulo Gomes (A procura do quê?, ago/set/01); André Severo (Paisagem inscrita, nov/dez/01); Waltércio Caldas (Frases sólidas, abr/mai/02); Axel Lieber (Beef anatômico, mai/jun/02); Mario Ramiro (Panos quentes, jun/jul/02); Raquel Stolf. (Ruídos do branco, jul/ago/02); Carla Zaccagnini (Belvedere, set/out/02); Paula Krause (out/nov/02); Rommulo Conceição (Número 5, mar/abr/03); Marcos Sari (Plano, mai/jun/03); Ricardo Basbaum (Re-projetando (porto alegre) jul/03); Bernhard Garbert (Small, ago/03); Isaura Pena (Set/03); Carlos Montes de Oca (La mujer del curador, out/03); Nydia Negromonte (Pulmo, mar/abr/04); Eva-Maria Wilde (mai/jun/04);</span></p>
<p><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>- Maurício Dias e Walter Riedweg / Fabiana Werneck e Marco Del Fiol / Videobrasil</strong> (Brasil-Suíca) &#8211; Mau Wal – Encontros Traduzidos (2002, 52’ 34”) </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/circuitos-em-video/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Index Generator</title>
		<link>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/index-generator-erika-frankel-e-carlo-sansolo/</link>
		<comments>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/index-generator-erika-frankel-e-carlo-sansolo/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 15:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reverberar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Index Generator]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reverberar.wordpress.com/?p=108</guid>
		<description><![CDATA[Curadoria de Èrika Frankel e Carlo Sansolo Percebemos o espaço urbano, como lugar de confronto, de ameaça, abandono, luta pela sobrevivência e entretenimento, como um lugar de transito e passagem dentro de uma sociedade. Através dos trabalhos apresentados temos uma mostra significativa para começarmos a refletir sobre todas essas ambigüidades presentes nas grandes cidades, e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong><span style="font-size: x-small;">Curadoria de Èrika Frankel e Carlo Sansolo</span></strong></span><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><br />
</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Percebemos o espaço urbano, como lugar de confronto, de ameaça, abandono, luta pela sobrevivência e entretenimento, como um lugar de transito e passagem dentro de uma sociedade.<br />
Através dos trabalhos apresentados temos uma mostra significativa para começarmos a refletir sobre todas essas ambigüidades presentes nas grandes cidades, e sobre a influencia massiva da mídia, que a todo momento cria novos ídolos e novos objetos de alegria, como uma constante enxurrada de alienação e euforia coletiva, do outro lado todo o desenvolvimento econômico, cientifico e tecnológico convivendo com demandas sociais negociações entre trabalhador e empresa, assim como desemprego correndo lado a lado com confrontos religiosos, abuso de sistemas de segurança, disputas territoriais, como zonas complexas de entendimento, como se a hiper comunicação dos meios informativos convivesse com a grande alienação das massas (escapismo), falar então de beleza e poética em meio a essa realidades paralelas, poderia parecer ingênuo, mas a necessidade de continuar procurando novas referencias em imagem e percepção poética se transmuta a cada década, seria também uma necessidade e um desafio, como uma continua expansão da percepção e tentativa do desenvolvimento do que entendemos como consciência.<br />
Mesmo em meio a essa constante transição de identidade em que nos encontramos, e a constante disputa entre instituição e individuo, onde o individuo se vê impotente na maioria das vezes, condenado a desenvolver a doçura como forma de adaptação e sobrevivência.<br />
A arte não pertenceria ao mundo linear/sistemático como coloca Artaud, mas a urgência e necessidade de um dialogo do ser no mundo, numa busca constante de confronto e reavaliação, uma forma de alimento, um espaço sempre aberto mesmo que utópico, mas ainda assim um espaço de lutas de conceitos e mudanças de percepção, um território nômade. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Parte da curadoria é dedicada não exatamente ao espaço urbano, mas sim sobre a instrumentação deste, vídeos feitos com procedimentos que constroem a nossa sociedade da informação, informação processada e re-processada. Informação em diversos layers. Os vídeos falam dessa sociedade com os mesmos tipos de recurso que estas usam, se apropriando do próprio “modus operandi” desta. Outro fator importante é a analise da mídia de massa, que é outro elemento que une a sociedade e lhe preenche de valores super estruturais, é o autentico substituo da religião, nutrindo a sociedade com valores desejáveis, para a continuidade da mesma. O vídeo arte entra aí como uma espécie de antídoto à leitura esperada e pacificadora da tv e outros meios de informação. Assim essa coleção tenta não só falar sobre o “ponto crítico” mas também usar parte das suas estratégias e elementos estéticos. Re-significar suas fantasias e sua produção simbólica.<br />
O nome “index generator” 2, tirado de um vídeo dessa curadoria, para nós implica justamente nessa capacidade que o capitalismo contemporâneo tem de gerar discursos ininterruptamente, de forma que nos parece quase aleatória e massiva.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><br />
<strong>Masayuki Kawai &#8211; About a Theological Situation in the Society of Spectacle &#8211; 2001 &#8211; 6’30” – Japão</strong><br />
Talentos da TV e Mikados são referidas ubiquamente não como símbolos mas como alegorias. A imagem citada pela Sociedade do Espetáculo nos alucina a sua própria ruína, pelo uso deliberado de imagem de mass-media.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Marcello Mercado “Das Kapital version.07 .”17 minutos –2003 – Argentina</strong><br />
Comandar linhas, programar lingo, coordenar instruções e comandos de edição de vídeo criam a ilusão fatal de mestria sobre a tela e isso é database embutida. O expectador/mestre em sintonia com o fluxo caótico de capital e imagens nunca é confrontado com o impacto deste fluxo virtual no real. Não é surpresa que um trabalho extraordinário como Das Kapital versão.07 se origine de um artista que viveu maior parte de sua vida na Argentina, onde os resultados de amor duro e correção de mercado de pós-especulação está claro a ser visto onde os vetores caóticos globais, algoritmos e variáveis produzem um resultado em carne e sangue.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Joacélio Batista &amp; Pablo Lobato &#8211; Artificios do olhar/2005/ 20´</strong><br />
Zulus, Brancos e Indianos formam a rede de personagens deste vídeo.<br />
Como um espelho, o monitor de cristal líquido de uma câmera é oferecido a diversos moradores de Durban, terceira maior cidade da África do Sul.<br />
Ao se olharem através do monitor, vemos a entrega do corpo diante de seu reflexo. Somos convidados a uma visita pela intimidade do sujeito que olha.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Sagi Groner &#8211; Top Light and The Haunted Man &#8211; 2004 -12 :00 Israel</strong><br />
Neste vídeo de tela dividida Groner explora relações entre viver em um estado de hipnose, Big Brother e as indústrias e ciências de percepção. Nesta colagem sugestiva, usando cenas de arquivo do pré e pós 2GM ao lado de fotos de satélite, imagens de câmeras de segurança e web cams, a história do The Haunted Man (Homem Assombrado) se revela. Claire e Don, os personagens principais, questionam juntamente com o espectador sobre estar acordado e atento, ao passo que eles se deixam levar para dentro e para fora do estado de hipnose em sua busca pela Top Light (Luz de Cima). </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Andrés Senra &#8211; cómo explicar a un hijo artista el significado de lo sublime en jardín de un chalet adosado&#8221;. . 6 minutos. Espanha. 2003</strong><br />
Uma reflexão sobre a vida nos espaço de circulação das grandes cidades, áreas urbanas de arquitetura periféricas onde a pseudo burguesia faz suas atividades cotidianas, alienados da realidade social mais próxima; sou o produto da distorção, nasci nestes espaços, o ultimo onde vivi com minha mãe se chama ‘setor 3’, creio que o nome diz tudo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Erika Fraenkel -A copia e os desajeitados – 6:00 – 2006 – Brasil</strong><br />
Um vídeo que expia a circunstancia de abuso da sociedade , onde a sedução constante nos torna ainda mais impotentes, uma analise sobre a impossibilidade do homem hoje se sentir em casa , relato sobre a ansiedade do mundo atual. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Mylicon/En &#8211; Chrom, 4\&#8217;23\&#8221; -2004</strong><br />
Tito Lucrezio Caro, De rerum natura, livro IV<br />
Chrom é um raid imaginário de Mylicon/En em um teatro operacional: um vídeo/corpo anestesiante, uma perda temporária de consciência, um estado no qual tudo vai fluindo e as fronteiras entre o corpo e o espaço ficam obscurecidas. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Steven Ball &#8211; metalogue &#8211; 26:37 – 2003 </strong><br />
Metalogue é um diario de viagem, que usa técnicas formais para explorar um espaço temporal, ressonância e fenômeno. *</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">Interspersed with interludes that combine digital excess, abstracted text and voice reciting information relating to the digital video material, and collages of public announcements.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Carlo Sansolo &#8211; Ozuland 001 – 9:50 min &#8211; 2006</strong><br />
ozuland001 é uma compilação audio/video/texto que analisa os nossos velhos suspeitos. controle &#8211; mass media – capitalismo pós industrial – falta de consciência e outros sintomas habituais. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Sagi Groner – Misshapen -2006 -19:35 min</strong><br />
um piloto, um dj, um mestre em kung fu e desenvolvimento em software, se encontram e comem maçãs, cortesia da Lockheed Martin.<br />
Composto inteiramente de imagens encontradas na internet, Misshapen (dês-acontecimento) é uma meditação sobre as maquinas e a filosofia da precisão.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Larissa Sansour – Happy days – Palestina/ Dinamarca – 3:00 &#8211; 2006</strong><br />
Happy Days é um vídeo que expõe o dia a dia da vida Palestina sob a ocupação israelense.<br />
Neste vídeo, uma colagem de fotos e imagens feitos nos territórios ocupados é acompanhado pela musica tema do seriado dos anos 70 “Happy Days”. O video prThe piece provides imagery different from that of news<br />
footage. The contrasting music underlines the general public’s apathy when<br />
confronted with world conflict. The idea is to subjugate international<br />
politics to a format normally associated with entertainment and thereby call<br />
attention to the blurry boundary between the two.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;">P<strong>ascal Liévre e Benny Nemerofsky Ramsay &#8211; Patriotic Act &#8211; 2005 &#8211; França e Canada.</strong><br />
Os autores cantam as medidas de contra espionagem do governo de George W. Bush ao ritmo de Celine Dion. </span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Andrés Senra – lluvia dorada 2003 3min Espanha</strong><br />
Certos elementos da representação da guerra na história da arte são comuns em diferentes momentos e contextos históricos, a mass mídia vinculados ao poder político desempenham também o papel que os artistas historicamente assumiram ao representar as vitórias de seus monarcas. O imperador hierático, o poder militar, e o poder econômico junto com a presa capturada e submetida a uma médica no seu corpo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Kentaro Taki exchangeable cities 5 min 2001 – Japão </strong><br />
O espaço urbano de qualidade e homogeneizado. Para representar a cidade falsa que é formada por vários elementos do mundo. A espetacularização da cidade faz algum sentido ao sobrevoar as imagens.Kentaro Taki simula nossa situação de estarmos rodeados pela mídia, pegando imagens de tv e as exibindo ao memo tempo. Em “Midia Cage”, ele abusa de imagens de programas de tv da Indonésia com imagens de turismo tropical para mostrar que nunca se escapa da globalização do mass media , que sugere uma forma de criticar a mídia de dentro dessa gaiola. Em “pessoas instáveis” ele expõe figuras da tv em frames repetidos, e revela que estes não tem significado para si próprios, apenas para a midia, que é quem impõe o sentido das coisas.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Grecu Mihai – Lenin/Lennon -4:40 – romenia/frança- 2006</strong><br />
Colaboração entre Pascal Lievre, Mihai Grecu e Emmanuel Delpy, este vídeo é um trabalho em camadas simbólicas: paredes tatuadas, epiderme como superfície, corpo feminino desenhado como na pele masculina. Baseado no discurso de Lênin e na canção de Lennon “imagine”, é um poema visual sobre a ambigüidade artística e falso humanismo.</span></p>
<p align="justify"><span style="font-size: x-small; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"><strong>Akiko Nakamura Kyoko 1 3:50 -2003 &#8211; Japão</strong><br />
KYOKO 1 is a urban portrait of a figure in time-based, digital way. In retrospect, it exudes a very subtle aversive feeling.</span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/index-generator-erika-frankel-e-carlo-sansolo/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Vídeos Bastardos</title>
		<link>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/videos-bastardos/</link>
		<comments>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/videos-bastardos/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 07:53:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reverberar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Videos Bastardos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reverberar.wordpress.com/?p=203</guid>
		<description><![CDATA[VÍDEOS BASTARDOS “Se reciben videos de cualquier parte del mundo, no se paga, ni se cobra, se comparte”. O objetivo da Mostra de Vídeos Bastardos é divulgar a produção de pessoas que estão trabalhando de forma experimental com vídeo. Esta divulgação, por sua vez, também é ato criativo e experimental. Os trabalhos participantes são reunidos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="border-right:white 1pt solid;border-top:medium none;background:white;border-left:white 1pt solid;border-bottom:white 1pt solid;padding:0 8pt 8pt;">
<p style="background:white;line-height:150%;text-align:center;padding:0;" align="center"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">VÍDEOS BASTARDOS </span></span></strong></p>
</div>
<div style="border-right:white 1pt solid;border-top:medium none;background:white;margin-left:177pt;border-left:white 1pt solid;margin-right:0;border-bottom:white 1pt solid;padding:0 8pt 8pt;">
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="font-size: small;"><em><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">“Se reciben videos de cualquier parte del mundo, no se paga, ni se cobra, se comparte”.</span></em></span></p>
</div>
<div style="border-right:white 1pt solid;border-top:medium none;background:white;border-left:white 1pt solid;border-bottom:white 1pt solid;padding:0 8pt 8pt;">
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">O objetivo da <strong>Mostra de Vídeos Bastardos </strong>é divulgar a produção de pessoas que estão trabalhando de forma experimental com vídeo. Esta divulgação, por sua vez, também é ato criativo e experimental.</span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">Os trabalhos participantes são reunidos por escolhas afetivas dos organizadores e esta mostra tem um caráter internacional: atualmente é composta por Porto Alegre, Bahia Blanca (Argentina), Bolívia (com mais de uma cidade) e Valencia (Espanha). Este circuito pode ser ampliado com exibições em outras cidades desde que realizem projeções e enviem seu material. A equipe responsável de cada cidade definirá com autonomia os espaços e a forma como será realizada.<span>  </span></span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="font-size: small;"><em></em></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="font-size: small;"><em><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">Concepção e coordenação geral</span></em><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">: </span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">Claudia Paim (Porto Alegre)</span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;padding:0;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">Julia Sanchez (Buenos Aires)<em></em></span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;padding:0;"><span style="font-size: small;"><em></em></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;padding:0;"><span style="font-size: small;"><em><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">Organizadores em Porto Alegre</span></em><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">: </span></span></p>
<p style="background:white;text-indent:45pt;line-height:150%;text-align:justify;margin:0;padding:0;"><span style="font-size: small;"><strong><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">P O I S: </span></strong></span><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">Claudia Paim – </span></span><span style="font-size: small;"><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;">Luciano Zanette &#8211; </span></span><span style="line-height: 150%; font-family: &quot;;"><span style="font-size: small;">Marcelo Gobatto</span></span></p>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/videos-bastardos/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Mostra Kinoarte de Documentários &#8211; Londrina</title>
		<link>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/mostra-kinoarte-de-documentarios-londrina/</link>
		<comments>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/mostra-kinoarte-de-documentarios-londrina/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Nov 2006 07:04:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>reverberar</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mostra Kinoarte de documentarios]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://reverberar.wordpress.com/?p=206</guid>
		<description><![CDATA[Curadoria Kinoarte Kinoarte [Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina]. ONG criada em julho de 2003 com o objetivo de produzir, exibir e preservar filmes, além de promover cursos, oficinas e palestras. Entre os seus projetos estão as Oficinas Kinoarte, Kinoarte Mostra Curtas e o Kinoclube.   Rodrigo Grota é cineasta, escritor, jornalista, crítico, um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><strong>Curadoria Kinoarte</strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><em></em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><strong></strong></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Kinoarte </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[Instituto de Cinema e Vídeo de Londrina]. ONG criada em julho de 2003 com o objetivo de produzir, exibir e preservar filmes, além de promover cursos, oficinas e palestras. Entre os seus projetos estão as Oficinas Kinoarte, Kinoarte Mostra Curtas e o Kinoclube. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Rodrigo Grota</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> é cineasta, escritor, jornalista, crítico, um dos fundadores da Kinoarte, além de coordenador artístico da Mostra Londrina de Cinema. Dirigiu os filmes Londrina em Três Movimentos [2004], Inimigo Público n.1 [2005], O Quinto Postulado [2006], Satori Uso [2006] e Diálogos em uma Só Voz [2007]. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Bruno Gehring </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">é cineasta, jornalista, presidente da Kinoarte, além de coordenador de produção da Mostra Londrina de Cinema. Co-dirigiu os filmes Manequin 37 [2003] e João Pipoca [2004] e produziu os curtas Londrina em Três Movimentos [2004], Inimigo Público n.1 [2005], O Quinto Postulado [2006], Satori Uso [2006], Diálogos em uma Só Voz [2007] e Maria Angélica [2007]</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">Programa 1 – Dias 16/11 às 18h e 19/11 às 17h30 </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">30 min</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Triângulo Fuganti </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[7 min, Documentário, 2005], de Evelyssa Sanches, Laila Menechino, Mariana Soares, Thiago Itacaramby, Vitor Sorano e Willian Barbini</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Relato sobre suicídios e assombrações no Edifício Júlio Fuganti, em Londrina. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><a title="mailto:wbarbini@gmail.com" href="mailto:wbarbini@gmail.com"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Nem todos que estão são. Nem todos que são estão. </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[6 min, Documentário, 2005], de Alexandre Feitosa, Anderson Craveiro, Guilherme Baracat e Leonel Bacinello. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Documentário sobre o antigo cadeião de Londrina.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><a title="mailto:anderson.craveiro@unopar.br" href="mailto:anderson.craveiro@unopar.br"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">60 camas </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[5 min, Documentário, 2005], de Andréia Karina Silva, Nikolai Streisky, Regina Acutu e Vick Gombi</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">O documentário foi selecionado para o Refest 2005. Produzido por Regina Acutu, Nicolai Streisky, Vick Gombi e Andréia K. Silva, trata de um recorte em um albergue noturno e alguns personagens encontrados durante a captação das imagens. </span> </p>
<h3 style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></h3>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Rotundos </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[4 min, Documentário, 2005], de Fabiani Matos, Luciano Pascoal, Paula Kranz, Vinicius Aguiari, Vinicius Konchinski<strong><span>  </span></strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Documentário sobre a artista plástica Fernanda Magalhães</span><span style="font-size: small; font-family: Times New Roman;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><a title="mailto:bialondrina@hotmail.com" href="mailto:bialondrina@hotmail.com"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Morte e vida Londrina </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[8 min, exp, 2006], de João Henrique Bernardi</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span class="texto11"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Brasileiro, imigrante ilegal em Londres, pensa sobre sua condição e sonha. Fusâo de imagens registradas em super-8 com outras captadas em mini-dv, no sistema digital. Filmagens realizadas nas ruas de Londres e em Londrina, no casarão histórico da Higienópolis. Experiência audiovisual inspirada no livro &#8220;Água Viva&#8221;, de Clarice Lispector. </span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">Programa 2 – Dias 17/11 às 17h30 e 20/11 às 18h </span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">30 min</span></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">João Pipoca </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[18 min, Ficção, 2004], de Anderson Craveiro e Bruno Gehring</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">O filme trata da dificuldade de um garoto em escapar das tentações da vida do crime morando na favela.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><a title="mailto:anderson.craveiro@unopar.br" href="mailto:anderson.craveiro@unopar.br"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Clichê: Um Ator Frustrado </span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">[12 min, Ficção, 2005], de Leonardo Delai e Fábio Delai</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Uma decepção profissional antiga, uma imaginação fértil e três amigos bolando o roteiro de um filme.<strong> </strong></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><a title="mailto:leonardodelai@hotmail.com" href="mailto:leonardodelai@hotmail.com"></a></span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">Programa 3 – Dias 18/11 às 17h30 e 21/11 às 18h</span></span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"><span style="color: #008080;">30 min</span></span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><em><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></em></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Londrina em Três Movimentos</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> [Doc, 15 min, cor, mini-dv, 2004], de Rodrigo Grota</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Documentário que investiga o potencial visual de uma cidade. Trilha sonora original de Arrigo Barnabé. Primeiro filme a ser produzido pela Kinoarte. Melhor Diretor na 5ª Goiânia Mostra Curtas. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"> </p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">O Quinto Postulado</span></strong><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;"> [Fic, 15 min, cor, mini-DV, 2006], de Rodrigo Grota</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Com Gustavo Torres, Suzana Proença e Apolo Theodoro.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin:0;"><span style="font-size: 10pt; font-family: &quot;;">Um jovem. Uma garota. Uma estrada deserta. Linhas paralelas. O quinto postulado de Euclides descreveu a intersecção de linhas em distâncias potencialmente infinitas. Muitas conclusões estranhas se originaram do postulado das paralelas, mas nenhuma foi definitiva. Produzido pela Kinoarte. Melhor Fotografia no II Curta Canoa – Festival Latino Americano de Curta-Metragem. </span></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://blog.reverberacoes.com.br/2006/11/mostra-kinoarte-de-documentarios-londrina/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

