Posts Tagged ‘Autogestão’

Agenda 2010

Monday, June 21st, 2010

FIQUE ATENTO e

PARTICIPE!

dia 07 de Julho-Quarta-feira

13h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

14h às 18h

Laboratório de Ação e de Bancada com Compartilhamento com arquivo de pesquisa de Ricardo Rosas e Publicações com distribuição gratuita.

Venha assistir o Jogo da Copa conosco!

19h

Mostra no Cinema: Kynemas Fluxuz Filmes de Pedro Paulo Rocha.

20h as 22h

Dinâmica Coletiva: “Mapa Ruptura e Transformação” com Facilitação de André Mesquita, Flavia Vivacqua e colaboradores.

Durante todo o período: Exposição do Acervo CORO (http://www.corocoletivo.org/ e http://corocoletivo.ning.com), organização de Flavia Vivacqua.

dia 08 de julho – quinta-feira

13h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

14h às 18h

Laboratório de Ação e Bancada de Compartilhamento.

19h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

20h as 22h

“Arte Redes, e Estratégias de Gestão Cultural”

Palestras e conversa com roda em: Ana Tomé atual Diretora do Centro Cultural da Espanha em São Paulo / AECID e Gilbert Bastien idealizadore que é e Diretor da RCAAQ - Rede dos Centros autogeridos de artistas do Quebec (Canadá).

Durante todo o período: Exposição do Acervo CORO (http://www.corocoletivo.org/ e http://corocoletivo.ning.com/), 0rganização de Flavia Vivacqua.

dia 09 de julho – sexta-feira

13h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

14h às 18h

Laboratório de Ação e Bancada de Compartilhamento

+ II Dinâmica Coletiva: “Mapa Ruptura e Transformação” com Facilitação de André Mesquita, Flavia Vivacqua e colaboradores.

19h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

Às 20h as 22h

“Design Cultural Internacional”

Palestras e conversa com roda em: Grupo Gestor do programa METROPOLE com mediação de Abigail Nunes (Intercâmbio Multicultural Metropole) e Coletivo Frente 3 de Fevereiro.

Durante todo o período: Exposição do Acervo CORO (http://www.corocoletivo.org/ e http://corocoletivo.ning.com), 0rganização de Flavia Vivacqua.

dia 10 de julho – Sábado

10h Às 15h

Ações, Performances e Intervenções Públicas, Resultado do Laboratorio de Ação.

14h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

15h

Final da Copa do Mundo, Venha Assistir conosco!

19h

Mostra no Cinema, do acervo circuitos compartilhados.

20h à 01h

Celebração de Encerramento + Apresentações Áudio Visuais e Sonoras, na SERRALHERIA!

Entrada R $ 5,00 + Bar!

Durante todo o período: Exposição do Acervo CORO (http://www.corocoletivo.org/ e http://corocoletivo.ning.com), organização de Flavia Vivacqua.

° ° °

SERVIÇO

REVERBERAÇÕES 2010, 4 ° Edição

O quê: Festival de Cultura colaborativa, com foco em arte, ativismo e Processos coletivos de Trabalho e criação.

QUANDO: de 07 a 10 de julho

Onde: Espaço Matilha CULTURAL
Rua Rego Freitas 524 – Republica – São Paulo

Realização: NEXO CULTURAL Agência de Design e Sustentabilidade Cultural

Informações e Inscrição: www.reverberacoes.com.br
Contato: reverberar.encontros@gmail.com

* nesta edição o trabalho humano da organização e convidados está sendo realizado de forma voluntária, com o apoio institucional infra-estrutural (espaços, materiais, equipamentos e transporte).

Conversas em Roda !

Tuesday, June 15th, 2010

dia 08 de julho- quinta-feira – 20hs as 22hs

“Arte, Redes e Estratégias de gestão cultural”

Palestrantes Convidados:

 

dia 9 de julho – sexta-feira – 20hs as 22hs

“Design Cultural Internacional”

Palestrantes Convidados:

Exposição do ACERVO CORO

Sunday, June 6th, 2010

Exposição do Acervo CORO durante intercambio Coletivações em Paris/FR, 2005

ACERVO CORO

Acesso a diversificada e atual produção das artes visuais, de cultura colaborativa e das praticas de processo coletivo de trabalho e criação!

Há também, uma parcela do ACERVO CORO que são objetos originais e manifestos, depoimentos e imagens em CD, DVD, VHS e papel, realizados no Brasil e Exterior.

A Internet e outras novas tecnologias têm exigido rápida mudança e novas posturas éticas, políticas e culturais da sociedade, em suas formas de organização, pensamento e prática. Pensou-se então na utilização inteligente, facilitada e ágil da Internet para, entre outras coisas, organizar, viabilizar e disponibilizar uma outra parte do ACERVO CORO, o que se chamou inicialmente de “Banco de Dados CORO”.

Esse “Banco de dados” refere-se ao conteúdo do site www.corocoletivo.org, que compartilha publicamente o MAPEAMENTO CORO – com informações sobre os integrantes da Rede CORO – e parte do conteúdo do acervo como algumas imagens, manifestos e links, possibilitando ampliar o conhecimento sobre os trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelo Brasil na última década e o contato direto com os profissionais que os realizam. Este site está no ar desde 2005 e foi realizado de forma voluntaria por diversas mãos colaboradoras.

Neste ano de 2010, a Rede CORO ganhou casa nova e está também com uma nova plataforma de publicação digital em http://corocoletivo.ning.com.

Esta exposição que apresenta o ACERVO CORO, já aconteceu em 2005 em Paris/França durante o primeiro intercambio entre coletivos de arte do Brasil e França que se chamou “Coletivações” e em 2006 durante o Festival Reverberações no CCJ – Centro Cultural da Juventude. Nos últimos anos, o ACERVO CORO teve novas aquisições e da mesma forma a rede coro novos integrantes… e desta forma o movimento não para!

 

Breve Apresentação

www.corocoletivo.org

http://corocoletivo.ning.com

corocoletivo@yahoogrupos.com.br

corocoletivo@gmail.com

CORO é uma comunidade em rede colaborativa, formada em 2003 por profissionais ativos no panorama cultural Brasileiro, nas mais variadas linguagens e com experiências em processos coletivos de trabalho e criação.

A rede CORO está voltada para a produção, circulação e difusão cultural colaborativa; a comunicação direta entre os agentes das artes e ativistas; e a articulação e mobilização para ações sócio-culturais-ambientais conjuntas. Além de possibilitar a democratização das práticas artísticas atuais ao criar o referenciado catalogo digital CORO com Mapeamento CORO, no site da rede com acesso gratuito; e um acervo de publicações independente com informações, manifestos, depoimentos e imagens em CD, DVD, VHS e papel, que pode ser acessado pelo agendamento de uma visita ou exposição pública.

Hoje, os 555 representantes de mais de 250 iniciativas, comunicam-se diariamente pelo e-grupo (corocoletivo@yahoogrupos.com.br). No BRASIL articula representações em capitais de 18 estados e em todas as 5 regiões do pais. No EXTERIOR já estabelece parcerias na Europa, Canadá,  Asia e America do Sul. São artistas e coletivos, iniciativas e espaços independentes, ações continuadas, associações e cooperativas, conscientes de que toda ação reverbera!

Encontros nacionais, intercâmbios internacionais e o Fórum CORO foram realizados em 2004, 2006 e 2008, pelo Festival ReverberAções (www.reverberacoes.com.br), festival que realizou o primeiro encontro de coletivos de arte do Brasil em 2004 e que recebeu o PREMIO Cultura e Pensamento/MinC para o Seminário RITMOS DA URGENCIA, ao discutir Economia Criativa no Brasil.

 

Breve Historico da Articulação

 CORO é uma iniciativa de artista, que busca unir outros artistas e pesquisadores que também são envolvidos com processos coletivos de trabalho e criação. No ano de 2000, Flavia Vivacqua inicia um levantamento de coletivos de arte e iniciativas autônomas no Brasil. A pesquisa estimulou a realização de uma convocatória publica do coletivo Horizonte Nômade para a ocupação da praça Roosevelt em São Paulo, que acabou por não acontecer. Mas, em meados de 2003 a rede CORO começou a se articular e comunicar-se cotidianamente pelo e-grupo corocoletivo@yahoo.com.br.

Essa articulação se deu basicamente pela internet circulando um questionário sobre as ações de cada coletivo, os detalhes sobre como se organizavam e produziam seus trabalhos e como pensavam a coletividade naquele momento. A proposta do CORO foi se espalhado e agregando adeptos e colaboradores, através de pessoas/coletivos que como um impulso na grande rede, informaram outras pessoas/coletivos, acessando outros agrupamentos e meios difusores que começavam a existir também, como o Mídia Tática Brasil, Canal Contemporâneo, Linha Imaginária, Rejeitados, PIA… hoje, boa parte desses agrupamentos também integram o CORO.

“A compreensão do coletivo como fortalecimento de objetivos e potenciais, além da dissolução de problemas e divisão de etapas e mão de obra de trabalho, sem que com isso o individual se dilua, é o próprio desafio do homem global e sua prática na cultura contemporânea. Não se trata de massificação igualitária e utópica, mas igualdade de condições e possibilidades geradoras. É o coletivo que afirma a individualidade e a potencializa em direção a uma relação aberta com o mundo.”

Trecho do Manifesto Horizonte Nômade 

MAPA – RUPTURA E TRANSFORMAÇÃO

Sunday, June 6th, 2010

MAPA “De onde você vem?” - dinamica coletiva do grupo Colectivo, durante Reverberações 2004

Trata-se de dois encontros coletivos para desenvolver o MAPA – RUPTURA E TRANSFORMAÇÃO. As dinamicas são focalizadas por Andre Mesquita e Flavia Vivacqua, que conta também com colaboradores convidados e participantes inscritos.

dia 7 de julho – quarta feira as 19hs.

dia 9 de julho – sexta feira as 14hs.

°°°

Um mapa sobre ruptura e transformação

Mapas capturam a atenção e a curiosidade das pessoas, levando-as a encontrar constelações, procurar tesouros perdidos, conhecer partes do corpo e da mente, localizar territórios, mundos reais ou fictícios. Ao integrar imaginação e desenho gráfico, usar linhas, cores e iconografia para representar observações empíricas, cidades, acidentes geográficos, experiências de vida, percursos e dados, um mapa sintetiza uma enorme complexidade de temas, informações e assuntos. As práticas cartográficas também podem ser usadas quando resolvemos mapear relações que parecem invisíveis em um primeiro momento, mas que conseguem expressar sentimentos e idéias de nossas ações e percepções no mundo. Queremos mapear as transformações porque elas são a essência da História e nos dizem muito sobre o passado, sobre como agimos no presente e compartilhamos estrategicamente as reflexões de um futuro. Queremos mapear também as rupturas, pois a sua multiplicidade de perspectivas torna as mudanças sociais, econômicas, culturais e políticas possíveis…

“…Naquele império, a Arte da Cartografia alcançou tal Perfeição que o mapa duma Província ocupava uma Cidade inteira, e o mapa do Império uma Província inteira. Com o tempo esses Mapas Desmedidos não bastaram e os Colégios de Cartógrafos levantaram um Mapa do Império, que tinha o Tamanho do Império e coincidia com ele ponto por ponto. Menos Dedicadas ao Estudo da Cartografia, as Gerações Seguintes decidiram que esse dilatado Mapa era Inútil e não sem Impiedades entregaram-no às Inclemências do Sol e dos Invernos. Nos Desertos do Oeste perduram despedaçadas Ruínas do Mapa habitadas por Animais e Mendigos; em todo o País não há outra relíquia das Disciplinas Geográficas.”

(Suaréz Miranda: Viajes de Varones Prudentes, Livro Quarto, Capítulo XIV, Lérida, 1658.)

Jorge Luis Borges in História Universal da Infâmia.

Ao partir de um diagrama inicial, onde o campo da ruptura e da transformação assinala ligações com outras três esferas, a atividade de mapeamento coletivo reunirá um conjunto de experiências, histórias e informações escolhidas e visualizadas pelos seus participantes. A esfera das situações será formada por depoimentos pessoais dos participantes, assinalando momentos de transformação individual ou coletiva em diversos contextos. Na esfera do sociopolítico, encontra-se uma cronologia de acontecimentos iniciados em 1984 (com o movimento das Diretas Já no Brasil) até os dias atuais, cujos impactos locais e globais de movimentos, manifestações, práticas, guerras, governos, crises, conflitos e resistências encontram-se inseridos nas narrativas de uma história contemporânea em andamento. Um conjunto de ícones será usado para representar estes eventos. Na esfera conceitual, idéias e palavras-chave serão reunidas formando prováveis e inusitadas relações entre as experiências pessoais dos participantes e os acontecimentos históricos, preocupando-se em problematizar neste mapa causas, ações e mudanças.

°°°

COLABORADORES

Chico Linares (São Paulo)

Claudia Washington (Curitiba)

Desde 1996 trabalha com proposições artísticas caracterizadas pela efemeridade, pesquisa as relações entre ação e registro como estratégia poético/política. Entre suas realizações estão Trânsito à Margem do Lago (http://margemdolago.transitos.org/), deriva pela fronteira entre Brasil e Paraguai, 2009/10; Armadilha (http://palavrasnaarmadilha.wordpress.com/), ação direta em entroncamentos rodoviários ao redor da cidade de Curitiba 2008/09; e Corpos Intensificados 2003/06, pequisa imago-coreográfica baseada na “ação/colisão” entre corpo humano e objetos. Desenvolve ações colaborativas com os coletivos e/ou, Orquestra Organismo e Descentro. É mestranda do Programa de Pós-Graduação em Artes Visuais, Processos Artísticos, da Universidade Estadual de Santa Catarina (2009); especialista em História da Arte Moderna e Contemporânea pela Escola de Música e Belas Artes do Paraná (2007) e graduada em Educação Artística habilitação em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Paraná (1999).

Gavin Adams (São Paulo)

Henrique Parra (São Paulo)

Graduado em Ciências Sociais e Mestre em Sociologia pela USP e Doutor em Educação pela UNICAMP, onde desenvolve investigação sobre as transformações entre as tecnologias digitais de comunicação e visão, os regimes de produção de conhecimentos e as configurações políticas emergentes. Trabalhou como pesquisador e gestor público em diferentes instituições, atuando em áreas relacionadas à sociologia da tecnologia, acesso ao conhecimento e direito à comunicação, tecnologia social e desenvolvimento sócio-econômico. Paralelamente, como fotógrafo, realizou diversos trabalhos de documentação e produção artística, tanto individualmente como através de coletivos em que foi colaborador.

Jose Roberto Shwafaty (Campinas)

Artista, desenvolve pesquisas com interesses baseados na relação entre arte e sociedade, que traduzem-se em producoes ligadas aos campo da visualidade contemporanea, design critco, acao urbana e colaborativa. Os campos e assuntos de interesse que informam estas producoes conectam-se à aspectos políticos, economicos, midiaticos e culturais, focando  o individuo em relacoa ao coletivo e refletindo sobre possibilidades de produção e distribuição que manifestam-se em diversos meios e situações como preocessos de intervenção e inclusão em espaços públicos.

Lúcio de Araujo (Curitiba)

°°°

FOCALIZADORES

Andre Mesquita (São Paulo/1977)

Pesquisador das relações entre arte, política e ativismo. Mestre pelo departamento de História Social da Universidade de São Paulo e atualmente doutorando no mesmo departamento com um estudo sobre “mapas e diagramas dissidentes”, pesquisando diferentes cartografias sobre o capitalismo contemporâneo. É integrante da Rede Conceitualismos do Sul e participante de experiências coletivas relacionadas a práticas de democracia direta, autogestão e movimentos sociais.

Flavia Vivacqua (São Paulo/1975)

Artista, Educadora e Designer Cultural e Sustentabilidade. Teve como primeira formação as Artes Cênicas onde especializou-se em Mascaras e Teatro de Rua. Formada em Licenciatura Plena em Artes Visuais pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, desde 1998 realiza em diversas cidades Brasileiras e no exterior e também, artigos, conferencias e cursos [http://flaviavivacqua.wordpress.com]. Articulou a rede CORO – Colaboradores em Rede e Organizações, ativa desde 2003: mapeamento – www.corocoletivo.org e rede social www.corocoletivo.ning.com. Como designer cultural, desde 2000 realiza festivais, intercâmbios e curadorias como ECO[Lógica]/2005 e recebendo diversos prêmios como “Cultura e Pensamento” em ‘REVERBERAÇÕES2006′ – para ‘Seminário Ritmos da Urgência’ ao discutir Economia da Cultura [www.reverberacoes.com.br]). Tornou-se consultora em Ecologia Social da Antroposofia pelo Programa Germinar/Instituto EcoSocial; em Designer de Sustentabilidade e Desenvolvimento de Assentamentos Humanos Sustentáveis pelo programa Gaia Education, onde hoje é educadora; em PDC – Permacultura Design e Consultoria pelo Ecocentro IPEC; Funda e conduz a Agência de Designer Cultural e Sustentabilidade NEXO CULTURAL, para criação, consultoria, estratégia, gestão e facilitação de processos, projetos e programas sócio-culturais-ambientais [www.nexocultural.com.br].

ARQUIVO RICARDO ROSAS

Sunday, June 6th, 2010

ARQUIVO RICARDO ROSAS

Durante o REVERBERAÇÕES 2010, haverá o que chamamos de “Bancada de compartilhamento”. Dentre os materiais que serão compartilhados nesta bancada, teremos uma quantidade de textos pertencentes aos arquivos de pesquisa de Ricardo Rosas (1969-2007).

Ricardo Rosas vivia em São Paulo desde 1990 como escritor, ativista, tradutor e editor do site rizoma.net. Foi um dos organizadores dos festivais Mídia Tática Brasil, em 2003, e Digitofagia, em 2004 e curador de net arte do Festival Prog: Me, no Rio de Janeiro, em 2005. Como palestrante, participou da quarta edição do festival Next 5 Minutes, em Amsterdã (2003), do festival Super Demo Digital, no Rio de Janeiro (2004), da conferência Networks, Arts, a Collaboration, na State University de Nova York, em Buffalo (2004) e do 15º Festival Internacional de Arte Eletrônica Videobrasil, em São Paulo (2005).

Rosas pesquisava e escrevia sobre temas como midiativismo, coletivos e cultura em rede. Grande parte dos textos desta bancada remete a esses e outros assuntos específicos de seus interesses (arte contemporânea, contracultura, quadrinhos, situacionismo, cinema, sexualidade, sociologia, literatura etc), sendo artigos de internet impressos, cópias de livros em pdf e xérox de reportagens de revistas e jornais. Estes textos não encontraram destino em arquivos de bibliotecas ou de outros espaços, por conta de sua dificuldade de catalogação, conservação ou armazenamento de uma grande quantidade de papel. Para tornar público este acervo de um importante teórico e fazer o conteúdo de suas pesquisas circular de modo independente, pensamos na bancada do REVERBERAÇÕES 2010 como local para que este material seja distribuído e adquirido por quem se interessar, compartilhando conhecimento e colaborando com a investigação e prática de muitas pessoas.

 

Instruções para o compartilhamento deste acervo

Cada pessoa poderá pesquisar na bancada e levar com ela quantos textos quiser.

Documentos, correspondências (cartas ou e-mail) ou anotações pessoais realizados por Rosas, quando encontrados no arquivo, deverão ser separados e armazenados em uma caixa de arquivo que se encontra ao lado da bancada. Os textos deverão receber dois carimbos com os títulos de: “ARQUIVO RICARDO ROSAS” e “REVERBERAÇÕES”.

Como contrapartida, os títulos dos textos/artigos e suas referências bibliográficas deverão ser digitados por aquela pessoa que os escolheu em um blog, para fins de catalogação e distribuição pública na rede. A referência deve ser escrita da seguinte forma:

Nome do autor (SOBRENOME, Nome), título do texto (entre aspas para nome de artigo. Em caso de livro, o nome deverá ser em itálico), ano de publicação e localização na rede quando possível (Disponível em: <http://www.reverberacoes.com.br>).

Boa pesquisa!

Laboratório de Ação

Sunday, June 6th, 2010

Coletivo Coringa durante Reverberações 2004

Laboratório de ação É um módulo de pratica experimental, que funciona como um atelier compartilhado e coletivo, onde os artistas se encontram para criar a partir de suas poéticas e pesquisas. Neste espaço se dá o encontro de linguagens e coletivos de arte de diferentes localidades. A partir do intercâmbio presencial, os participantes poderão desenvolver juntos trabalhos, conversando com as palavras-chaves do encontro.  

Trata-se de um espaço democrático de compartilhamento de conteúdo e saberes. Ambiente estimulador de encontros entre pessoas para conversas críticas, reflexivos, propositivas e avaliativas, focando nos processos coletivos do trabalho e criação, bem como suas ações e pesquisas práticas.

Coletivo EIA durante Reverberações 2006

COMO FUNCIONA?

 Laboratorio de Ação ficará aberto 5 horas por dia, podendo se estender por mais 3 horas.

 O Laboratorio tem 4 facilitadores e também anfitriões, responsáveis pelo cuidado com o ambiente e materiais e também pelas dinâmicas que se apresentarem.

 A sistematização coletiva ocorre durante o Lab. de Ações.

Serão 3 dias de trabalho conjunto com previsão de ações, performances e intervenções no 4º dia como parte e resultado deste processo. Para participar é necessário fazer inscrição.