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Kynemas Fluxuz Filmes – por Pedro Paulo Rocha

Sunday, June 20th, 2010

 

Kynemas Fluxuz Filme
uma obra eletrônica in progress

 ” Bandos de Cyber-Guerrilheiros realizam ataques eletrônicos na fronteira entre cidades   e o  deserto virtual.  ( >Cyberyas, Afrykas, Faixas  de Gaza,  Favelas, Subterrâneos, Telas, InterZonas, Aqui!)

“Kynemas, Fluxuz Filmes” é uma uma obra eletrônica in progress em permanente criação e interface entre mídias e linguagens.
O material inicial do filme é disponibizado na rede como matriz/memória eletrônica para realização de ‘Programas in progress’ de re-criação colaborativa. Kynemas foi  criado  eletronicamente na montagem a partir de  derivas de filmagens pela cidade, samplers, poesia sonoras. Kynemas é repleto de imagens abstratas e urbanas, sons, e ruídos, canções e poesias sonoras, vozes, samplers, ensemble, filmagens em deriva pela cidade. Quem espera ver um filme narrativo com personagens será surpreendido por um fluxo ininterrupto de imagens em alta voltagem cromática e sonora. Disnarrativo, o filme não segue uma história com personagens como estamos acostumados. kynemas incita o público a construir o seu próprio filme na tela. Sem referência ou explicação somos lançados no labirinto de colagens de sensações em ritmo alucinante
 Cada cena é um lance combinatório no labirinto de conexões dentro de um filme que se transforma segundo a segundo. Entre imagens aparentemente  abstratas o espectador é levado a descobrir uma cidade imaginária em que diferentes fragmentos de imagens e sons se recombinam na memória de uma  personagem virtual  que transita  entre a realidade e a ficção criando cenas que vão se modificando a cada lance.

no dia 7 de julho, quarta-feira as 19hs

integra a programação do Festival Reverberações 2010 , no cinema da Matilha Cultural.

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PEDRO PAULO ROCHA é cineasta, artista multimídia e pesquisador de transmidias e arte colaborativa. Criou e participou ativamente  de diversos grupos coletivos de arte, movimentos de livre pensamento e expressão: Universidade Livre, Mobile Coletivo, MzMidia, Escola Nômade de Filosofia, La Tintota,  Escola Fluxos de Arte. Realiza Lab de arte e midia, projetos web arte,  video-arte, curtas experimentais, poesia e arte sonora, documentários, montagem de filmes e composição de musicas.  Participou do File Hipersônica, com apresentações liveimagem 2006, 2007,  /  Integrou 2008  a exposição Coletiva no Festival  Art Mov em Belo Horizonte; Em  2008  compôs outra  exposição, Mobilidade em Devaneio, no espaço cultural ViVo, em São Paulo.  Participou de um programa especial no   Festival Internacional de Curtas de São Paulo  e  da mostra de Cinema de  BH. Já teve publicação  de ensaios em catálogos , blogs e  revistas eletronicas.   Participou de diversas atividades em Festivais de Cinema e Arte eletrônica, mesas de debate, fez palestras, apresentou performance live, públicou artigos, ministrou oficinas e laboratórios.  Atualmente o  artista faz parte do Coletivo virtual ‘Conectivo Transmidia’  onde está iniciando vários projetos colaborativos em rede além de  apresentações de Live Cinema.

Palestrantes

Sunday, June 6th, 2010

Ana Tomé Díaz

Nasceu em La Coruña (Galícia), norte da Espanha, onde viveu até mudar-se para Madrid com a finalidade de estudar Jornalismo e Filologia na Universidade Complutense, completando posteriormente sua educação em Londres (1981-82) e Nova Iorque (1985). Sua experiência profissional multidisciplinar; jornalismo, educação e comércio exterior voltado para o turismo, acabou por levá-la à área de gestão cultural em 1989, como coordenadora de exposições no Museu de Ciências Naturais e na Casa América, ambos em Madri. Em 1995, juntou-se à Agência Espanhola de Cooperação para o desenvolvimento, como diretora do Centro Cultural da Espanha em Santo Domingo (República Dominicana), depois em Havana (Cuba) e, por fim, a partir de 2005 em São Paulo.

 

Bastien Gilbert

Administrador cultural há mais de trinta anos no Quebec, curador, ativista, crítico, colecionador. Desde 2001, é diretor geral do Regroupement des centres d’artistes autogérés du Québec (RCAAQ) – Reagrupamento dos centros de artistas auto-geridos do Quebec- que ele ajudou a fundar em 1986. Dirige, há quase vinte anos, ações desta associação, cujas ações coletivas de autogestão no âmbito da divulgação e produção de arte contemporânea são notáveis e cujo renome ultrapassa as fronteiras do Canadá.

* Bastien é financiado por Conseil des arts et des lettres du Québec” para participar!

Abigail Nunes Pereira

Artista plástica e design gráfico inscrita no registro profissional da Maison des Artistes, Paris. Diploma de professora de educação artística, curso de formação de professores de ensino médio – MEC, licenciatura em Artes Plásticas – UnB. Exerce a atividade profissional de design gráfico, tendo colaborado com varias casas editoriais parisienses como: Atlas, Bordas, Jerome Villette, Larousse, e também Ministère de La Culture.Foi professora de design gráfico para centros de formação profissionais tais como: Pyramid (Paris), e Centre de formation pour les professionnels de l’imprimerie et des arts graphiques (Saint-Denis, Paris).Como artista plástica participou de vários salões e exposições coletivas na França, no Brasil, na Bélgica e no Vietnam. Participa anualmente, mostrando o seu trabalho, do evento de portas abertas dos Ateliers d’Artistes de Belleville, Paris, dos ateliers de Lézarts de La Bièvre, Paris, e dos ateliers do Arte de Portas Abertas de Santa Teresa no Rio de Janeiro.Tem participação ativa na articulação entre associações de artistas plásticos no âmbito internacional. Participa da concepção e organização de eventos coletivos de arte entre outros: Un parcours à six, 1999, Urbains et différents, 2002, Coletivações 2005, Art Parade 2005, Paris-Hanoi-Art, 2008, Metrópole Hanói-Paris-Rio 2009-2010. Participa também de curadorias para projetos de exposições coletivas e de intercambio. Foi membro da diretoria da Fraap (Fédération des Réseaux d’Associations d’Artistes Plasticiens) e hoje é representante de associação de artistas plásticos na mesma federação. E membro do conselho da Associação Lézarts de La Bièvre, Paris e da associação Chave Mestra, Rio de Janeiro.

Frente 3 de Fevereiro

A Frente 3 de Fevereiro é um grupo transdiciplinar de pesquisa e ação direta acerca do racismo na sociedade brasileira. Sua abordagem cria novas leituras e coloca em contexto dados que chegam à população de maneira fragmentada através dos meios de comunicação. As ações diretas criam novas formas de manifestação acerca de questões raciais.

Integram o coletivo: 

Achiles Luciano, André Montenegro, Cássio Martins, Cibele Lucena, Daniel Lima, Daniel Oliva, Eugênio Lima, Felipe Texeira, Felipe Brait, Fernando Alabê, Fernando Coster, Fernando Sato, João Nascimento, Julio Dojcsar, Maia Gongora, Majoí Gongora, Marina Novaes, Maurinete Lima, Pedro Guimarães e Roberta Estrela D’Alva.



Exposição do ACERVO CORO

Sunday, June 6th, 2010

Exposição do Acervo CORO durante intercambio Coletivações em Paris/FR, 2005

ACERVO CORO

Acesso a diversificada e atual produção das artes visuais, de cultura colaborativa e das praticas de processo coletivo de trabalho e criação!

Há também, uma parcela do ACERVO CORO que são objetos originais e manifestos, depoimentos e imagens em CD, DVD, VHS e papel, realizados no Brasil e Exterior.

A Internet e outras novas tecnologias têm exigido rápida mudança e novas posturas éticas, políticas e culturais da sociedade, em suas formas de organização, pensamento e prática. Pensou-se então na utilização inteligente, facilitada e ágil da Internet para, entre outras coisas, organizar, viabilizar e disponibilizar uma outra parte do ACERVO CORO, o que se chamou inicialmente de “Banco de Dados CORO”.

Esse “Banco de dados” refere-se ao conteúdo do site www.corocoletivo.org, que compartilha publicamente o MAPEAMENTO CORO – com informações sobre os integrantes da Rede CORO – e parte do conteúdo do acervo como algumas imagens, manifestos e links, possibilitando ampliar o conhecimento sobre os trabalhos que estão sendo desenvolvidos pelo Brasil na última década e o contato direto com os profissionais que os realizam. Este site está no ar desde 2005 e foi realizado de forma voluntaria por diversas mãos colaboradoras.

Neste ano de 2010, a Rede CORO ganhou casa nova e está também com uma nova plataforma de publicação digital em http://corocoletivo.ning.com.

Esta exposição que apresenta o ACERVO CORO, já aconteceu em 2005 em Paris/França durante o primeiro intercambio entre coletivos de arte do Brasil e França que se chamou “Coletivações” e em 2006 durante o Festival Reverberações no CCJ – Centro Cultural da Juventude. Nos últimos anos, o ACERVO CORO teve novas aquisições e da mesma forma a rede coro novos integrantes… e desta forma o movimento não para!

 

Breve Apresentação

www.corocoletivo.org

http://corocoletivo.ning.com

corocoletivo@yahoogrupos.com.br

corocoletivo@gmail.com

CORO é uma comunidade em rede colaborativa, formada em 2003 por profissionais ativos no panorama cultural Brasileiro, nas mais variadas linguagens e com experiências em processos coletivos de trabalho e criação.

A rede CORO está voltada para a produção, circulação e difusão cultural colaborativa; a comunicação direta entre os agentes das artes e ativistas; e a articulação e mobilização para ações sócio-culturais-ambientais conjuntas. Além de possibilitar a democratização das práticas artísticas atuais ao criar o referenciado catalogo digital CORO com Mapeamento CORO, no site da rede com acesso gratuito; e um acervo de publicações independente com informações, manifestos, depoimentos e imagens em CD, DVD, VHS e papel, que pode ser acessado pelo agendamento de uma visita ou exposição pública.

Hoje, os 555 representantes de mais de 250 iniciativas, comunicam-se diariamente pelo e-grupo (corocoletivo@yahoogrupos.com.br). No BRASIL articula representações em capitais de 18 estados e em todas as 5 regiões do pais. No EXTERIOR já estabelece parcerias na Europa, Canadá,  Asia e America do Sul. São artistas e coletivos, iniciativas e espaços independentes, ações continuadas, associações e cooperativas, conscientes de que toda ação reverbera!

Encontros nacionais, intercâmbios internacionais e o Fórum CORO foram realizados em 2004, 2006 e 2008, pelo Festival ReverberAções (www.reverberacoes.com.br), festival que realizou o primeiro encontro de coletivos de arte do Brasil em 2004 e que recebeu o PREMIO Cultura e Pensamento/MinC para o Seminário RITMOS DA URGENCIA, ao discutir Economia Criativa no Brasil.

 

Breve Historico da Articulação

 CORO é uma iniciativa de artista, que busca unir outros artistas e pesquisadores que também são envolvidos com processos coletivos de trabalho e criação. No ano de 2000, Flavia Vivacqua inicia um levantamento de coletivos de arte e iniciativas autônomas no Brasil. A pesquisa estimulou a realização de uma convocatória publica do coletivo Horizonte Nômade para a ocupação da praça Roosevelt em São Paulo, que acabou por não acontecer. Mas, em meados de 2003 a rede CORO começou a se articular e comunicar-se cotidianamente pelo e-grupo corocoletivo@yahoo.com.br.

Essa articulação se deu basicamente pela internet circulando um questionário sobre as ações de cada coletivo, os detalhes sobre como se organizavam e produziam seus trabalhos e como pensavam a coletividade naquele momento. A proposta do CORO foi se espalhado e agregando adeptos e colaboradores, através de pessoas/coletivos que como um impulso na grande rede, informaram outras pessoas/coletivos, acessando outros agrupamentos e meios difusores que começavam a existir também, como o Mídia Tática Brasil, Canal Contemporâneo, Linha Imaginária, Rejeitados, PIA… hoje, boa parte desses agrupamentos também integram o CORO.

“A compreensão do coletivo como fortalecimento de objetivos e potenciais, além da dissolução de problemas e divisão de etapas e mão de obra de trabalho, sem que com isso o individual se dilua, é o próprio desafio do homem global e sua prática na cultura contemporânea. Não se trata de massificação igualitária e utópica, mas igualdade de condições e possibilidades geradoras. É o coletivo que afirma a individualidade e a potencializa em direção a uma relação aberta com o mundo.”

Trecho do Manifesto Horizonte Nômade 

Laboratório de Ação

Sunday, June 6th, 2010

Coletivo Coringa durante Reverberações 2004

Laboratório de ação É um módulo de pratica experimental, que funciona como um atelier compartilhado e coletivo, onde os artistas se encontram para criar a partir de suas poéticas e pesquisas. Neste espaço se dá o encontro de linguagens e coletivos de arte de diferentes localidades. A partir do intercâmbio presencial, os participantes poderão desenvolver juntos trabalhos, conversando com as palavras-chaves do encontro.  

Trata-se de um espaço democrático de compartilhamento de conteúdo e saberes. Ambiente estimulador de encontros entre pessoas para conversas críticas, reflexivos, propositivas e avaliativas, focando nos processos coletivos do trabalho e criação, bem como suas ações e pesquisas práticas.

Coletivo EIA durante Reverberações 2006

COMO FUNCIONA?

 Laboratorio de Ação ficará aberto 5 horas por dia, podendo se estender por mais 3 horas.

 O Laboratorio tem 4 facilitadores e também anfitriões, responsáveis pelo cuidado com o ambiente e materiais e também pelas dinâmicas que se apresentarem.

 A sistematização coletiva ocorre durante o Lab. de Ações.

Serão 3 dias de trabalho conjunto com previsão de ações, performances e intervenções no 4º dia como parte e resultado deste processo. Para participar é necessário fazer inscrição.

PUBLICAÇÕES distribuição gratuita!

Sunday, June 6th, 2010

PUBLICAÇÕES

DISTRIBUIÇÃO GRATUITA!

(durante o Reverberações 2010, quantidades limitadas) 

  

  

  

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